Está aberta a votação das melhores marcas esportivas de 2010 organizada pela Revista Sport Life! A The North Face está participando.
Votando você concorre a seis bikes Houston. Participe!
http://www.motorpressbrasil.com.br/sportlife/premio2010/
Never Stop Exploring
ULTRA TRAIL AO REDOR DO MONT BLANC – FRANÇA, ITÁLIA E SUIÇA
Confira o depoimento de Fernanda Maciel sobre sua participação no UTMB
O dia amanheceu cinza e negro, uma aguacera tao forte caía por Chamonix, que pela primeira vez vi aquela cidade cheia de montanhistas e corredores, VAZIA, era água e mais água! Um medo das montanhas, do frio e dos rios passava entre outras mil emoçoes que sentia naquele dia. Uma repórter russa me perguntava: “Você gosta de chuva?” Eu ria: ” Odeio chuva e frio. Com certeza prefiro o pôr do sol e a lua cheia. Sou brasileira e prefiro muito mais o calor, as estrelas num céu limpo, ohhh, sem dúvida!”
A largada foi dia 27 de agosto, às 18h30, consegui largar na primeira fila e ver de frente os melhores corredores dando um show de pernas a voar…E um corredor de gente ao lado nos aplaudia e fazia arrepiar a pele. Sim, a UTMB é um espetáculo! Bom, corremos bufando até Contamines, depois de passar por Les Houches, Coll de Voza, Champiex…um total de 30km, que fiz em 3h30. Bom, com parada obrigatória até ali…uma tristeza. Prova dada por cancelada, o quê? Sim, por conta de tanta chuva, tanto vento forte, frio e a falta de baliza em um certo percurso da prova por conta do vento (onde tao pouco o helicóptero poderia voar para arrumar as fitas de baliza) a prova foi cancelada! Todos os participantes de volta aos seus respectivos hotéis a descansar e a sofrer com os pensamentos… “depois de treinar tanto, esperar tanto e estar já ali?” Triste!
Como era aniversário do Arnau, dia 27 mesmo, resolvemos beber cerveja e fazer uma festa, para pelo menos aproveitar a viagem longa até França. Surpresa!!! Às 3h da manha chegava a notícia (uma mensagem no celular de cada corredor) que a prova continuava dia 28. A organizaçao resolveu dar uma nova largada da UTMB às 10h da manha desde Courmayer até Chamonix, já com previsao melhor de tempo sem risco de avalanches e hipotermias. Agora era resolver o mais difícil, correr ou nao correr…voltar a fazer a prova, depois de tanta festa e horas sem dormir…tínhamos motivaçao? Encontrei Keith, meu “chefe” da The North Face, e perguntei o que ele pensava de tudo, disse que valorizava a decisao dos organizadores de continuar o grande evento, mas que era decisao minha como atleta de ir ou nao, ele respeitava qualquer uma. Encontrei a Lizzy, que me disse que também nao gostaria de correr, mas que sim, iria cruzar a linha de chegada. Encontrei a Kami, que havia corrido a CCC e que me disse, tenta…ânimo.
Fui correndo ao quarto, me troquei em 1 min., peguei mais 1 gel para deixar na mochila e pronto. Comentei com Arnau: “se conseguimos pegar o ônibus da organizaçao às 8h que nos leva à Courmayer, vamos terminar a UTMB. E se perdemos o bus, nada feito, voltamos ao hotel e dormimos. OK! Bom, deixamos o hotel às 8h05 e correndo feito loucos pegamos o bus! Com certeza a melhor opçao, seguir com a Ultra Trail! Com exceçao de Kilian Jornet e Miguel Heras, todos os outros e outras corredoras fortes estavam ali, esperando a nova largada!
Assim, corri 30km no primeiro dia até Contamines, total de 3h30 e dia 28, mais 90km até Chamonix, total de 14h30…dando um total de 120km, nada comparável aos 166km, porém sim, sao km, hein…que se fazem super longos depois de horas sem dormir e ainda mais que eu nao me encontrava bem. Nao conseguia pegar ritmo de corrida, quase fiquei parada por ali mesmo no Refugio Bertone, cai e machuquei meu pé, fui atropelada e quebraram meu trekking pool, um verdadeiro desespero ver tanta gente me passar e eu ali, mal…Me senti assim por infinitas horas, até depois de La Fouly.
Depois de 7h de prova, consegui melhorar e colocar um ritmo bom de prova…Bovine, Trient, Vallorcine, Coll de La Flégére…sao muitos metros de altitude que perco as contas…subia 1000m, descia 800m, subia 750m, descia 900m…até Chamonix!
Consegui terminar em terceira posiçao, fiquei feliz! Mas me colocaram como a quarta porque havia uma garota (que nós, corredoras da UTMB, nao tínhamos controlada) que era da corrida da TDS e que no final a organizaçao da UTMB, resolveu classificá-la junta conosco! Pero bueno, nada disso tem valor quando o importante é chegar.
Consegui fazer podium, receber os aplausos dos mais de 8.000 presentes no evento e deixar o patrocinador bastante feliz. Arnau Julià, terminou em décimo sexto. Que beleza. Muitos parabéns.
Concluindo, vibrei em terminar a prova, era um percurso novo para mim, o lugar é lindo, encontrei bastante gente conhecida, fiz amigos, desfrutei muito em cada pico que subia e descia. Consegui ver a lua à noite desde o pico de Tête aux Vents e por debaixo toda uma camada grossa de nuvens. Me senti como sempre, pequena e grande de conseguir estar ali naquelas montanhas imensas! Demais! Valeu a pena cruzar a linha de chegada e viver mais uma experiência incrível.
Obrigada à todos da equipe The North Face, em especial aos meus apoios: Giorgio, Julio e Marlene. Obrigada pela cia, Arnau, Josep e Luiza! Obrigada ao meu novo treinador, Marc Julià.
Parabéns com louvor para os outros corredores da equipe: Jez e Mike (1 e 2 colocados da UTMB). Lizzy e Helen (1 e 6 colocada da UTMB) e Kami (3 colocada CCC).
Fonte: http://www.fernandamaciel.blogspot.com/
Veja os corredores enfrentando a altitude da montanha até chegarem a linha de chegada. Uma corrida desafiadora!
Ultra Trail du Mont Blanc 2010
NEVER STOP EXPLORING
Jez Bragg (UK) e Lizzy Hawker (UK) , atletas The North Face, venceram o Ultra Trail du Mont Blanc!
A equipe QuasarLontra, ainda que incompleta, terminou na última 6a feira a maior corrida de aventura já realizada na Costa Rica.
A prova contou com dificuldades e exigências dignas de uma etapa do circuito Mundial de corridas de aventura. Das 18 equipes que largaram completas, apenas 3 conseguiram terminá-la com todos os seus integrantes, e realizando o percurso completo. A rota bastante dura já era planejada pela organização, que contava com Antonio de La Rosa na direção, e que inseriu alguns trechos muito técnicos e/ou seções muito longas na prova. Mas as condições de clima foram impiedosos e muito além do estimado, e acabaram por desgastar demasiadamente os atletas. Os dois atletas oficiais da equipe, Rafael Campos e Sabrina Gobbo, viveram juntos mais esta experiência até o final.
A corrida: A concentração para a largada aconteceu na cidade de Sarapiqui, uma região quente e úmida no noreste costa riquenho. O início teve um pequeno atraso em virtude de um atleta canadense necessitar tomar pontos em um corte feito na cabeça, minutos antes da largada, quando embarcava sua caixa de moutain bike.
Do alto de uma ponte sobre o Rio Sarapiqui, as equipes desciam às margens e pegavam um dos botes de rafting iniciando a descida pelo rio de classe IIII – IV, junto com um guia local. Os primeiros 20km eram com muitas corredeiras. O rio bastante caudaloso e com grande desnível, formava imensas ondas e refluxos ao longo do percurso. Depois de cerca de 2 horas, quando o rio ficava mais brando, os guias locais saltavam do bote e as equipes seguiam guiando sozinhas. A água corrente não era suficiente para refrescar o calor, e após cerca de 4h20min, a QuasarLontra terminara os 41km iniciais,
saindo da água na 4a posição.
Na área de transição, cada equipe montava sua própria bicicleta, para seguir pelo próximo trecho com 42km de mountain bike. Estradas com muita pedras grandes intercalavam-se pelo percurso com trechos de muito barro, e travessia de rios por troncos de árvores. No meio do percurso, uma modalidade diferente e característica da Costa Rica: “canopy”, que são um circuito de dezoito tirolezas por cabos de aço, algumas com mais de 200 metros de comprimento, e que chegam a ficar mais de 40 metros de altura do solo. Foi um trecho muito divertido, mas que deu susto em alguns atletas costa riquenhos: a forte tempestade que se aproximava, fez com que alguns sentissem fortes choques devido a energia eletrostática nos cabos.
Já estava escuro quando acabava a etapa de mountain bike, e os atletas partiram para uma etapa de trekking com canyoning. Victor, que correra na equipe principal até 2005, e que atualmente integra a equipe master, começava a dar sinais de desgaste. O trekking levava as equipes até um lago suspenso, e na sequencia, iniciava o canyoning: a descida por cerca de 4km de rio, bastante “encaixotado”com muitas cachoeiras e constante e forte correnteza. O escuro dificultava a escolha das equipes de que caminho fazer, Mudanças de margem eram ncessárias a todo momento, e o uso de cabo de segurança também para vencer fortes quedas em alguns momentos. Após 3horas no rio, a equipe seguia em trekking até a área de transição. Neste momento, Vitor sentindo fortes
dores nas pernas, optava por abandonar a prova. A equipe decidiu parar no AT para que ele dormisse e tentasse se recuperar. Após 2 horas parados, seguiram de mountain bike, para ver se haveria alguma melhora. Mas o ritmo seguia muito lento e Vitor não se recuperava. Então, no próximo PC o atleta decidiu abandonar, e Ricardo Tamaoki (Xuxa), ficou para acompanhá-lo.
Sabrina e Rafael Campos, que juntos participarão do Ecomotion Pró neste ano em busca do tri-campeonato, decidiram seguir, pois havia muito ainda a ser vencido pela frente. Em dupla, completaram então a perna de 87km, até chegar à próxima área de transição, quase na fronteira com a Nicarágua. Após desmontarem a bike, seguiram para um trekking de 42km. De canoa atravassaram um trecho do rio da fronteira, e seguiram de trekking, por uma regiã com muita mata virgem. Enormes árvores centenárias, macacos e tucanos eram vistos pelo caminho. E novamente, uma tempestade de chuva tomou conta da prova.
Na manhã seguinte, entrando no terceiro dia de prova, a dupla QuasarLontra novamente montava as bikes para uma etapa de 40km. O calor forte novamente foi marca registrada, mas a imagem que mais ficou marcada, foi a do vulcão Arenal.
Trata-se de um vulão ainda em atividade, de onde se é possível com “sorte” se avistar lavas incandescentes jorrando de sua boca. Às margens deste vulcão fica a cidade turística de “Fortuna”, cujo principal apelo turístico é o vulcão e as águas termais geradas pelo aquecimento do mesmo.
Nesta cidade estava aproximadamento o “meio” do percurso, e acontecia a parada obrigatória de todas as equipes de 2 horas. Foi exatamente neste ponto que a maioria das equipes desistiram da competição. Uma das surpresas, aconteceu com a equipe Finlandesa Multisports, que apesar da 3a colocação, abandonou pelo extremodesgaste físico de seu capitão.
Rafael Campos que vinha em um dia com fortes dores estomacais, aproveitou a parada para medicar-se e recuperar.
O tempo avançava, e a organização já antevia que pouquíssimas equipes teriam de condições de terminar o percurso completo dentro do tempo limite. E portanto sugeriu que Rafael e Sabrina efetuassem um corte de 50km a fim de conseguirem terminar o restante do percurso a tempo. E asim o fizeram. Mas com a confusão do corte de percurso, Rafael deixou um dos mapas em uma das caixas de suprimentos. Haviam 22km de trekking a serem feitos, sem mapa.
A solução foi a de juntar-se a outra “dupla” que também tivera desistência no início da corrida, e assim seguiram com dois finlandeses. O trekking se estendeu por toda a madrugada, e ao amanhecer, próximo do final, atingiam o cume da serra de Monte Verde, de onde era possível ter uma belíssima imagem do vulcão areal e seu lago que haviam ficado para trás (e para baixo).
A penúltima modalidade da prova, foi o “skywalk”, que se tratava de pontes suspensas, algumas com mais de 50 metros de altura e mais de 150km de extensão, por onde os atletas caminhavam, quase sempre sobre a copa das árvores da floresta úmida.
Por fim, a últim etapa, e talvez a mais dura da competição: 180km em mountain bike. Talvez a maior perna em uma prova já realizada até hoje, e pior que no final. O início era relativamente fácil, com predominância em descida. Em algumas horas, era possível se avistar o oceano pacífico. Mas após atravesarem o Golfo de Nicoya, a situação ficara mais complicada. A chuva novamente apareceu, e em um dos trechos mais enlameados da prova, Rafael e Sabrinam levaram quase 2 horas para vencer pouco mais de 6km de lama. Mas também nestes moemntos acontecem situações gratificantes. Ao pararem em uma pequena casa pergntando por água para beber e lavar as bikes tomadas pelo barro, os moradores
reconheceram os atletas devido à cobertura diária no noticiário da TV, rádio e jornal. E além de água, ofereceram um prato de “galo pinto”: comida tradicional (mistura de arros e feijão) e banana frita. Na madrugada as serras aumentavam, e o sono da 4a noite de prova parecia insuportável, o que levou a dupla a dormir cerca de 1h30 na varanda de uma casa. No final, as subidas pareciam intermináveis, e exigiam a marcha mais leve para que conseguissem pedalar. E todo esforço foi recompenasado ao se aproximarem da linha de chegada, realizada em um belo hotel na praia de Samara.
Ainda que sem contar oficialmente para o ranking, Rafael Campos e Sabrina Gobbo decidiram realizar o percurso das equipes. Muitos foram os momentos de desconforto, de privação de sono, de dor, de cansaço. Mas ao final, a recompensa dentro de cada um de ter conseguido superar cada momento de dificuldade. E ainda de ter passado e conhecido locais com uma paisagem ainda intocada. A dupla deve integrar a equipe que irá ao Ecomotion Pró no final do ano, junto com outros dois atletas que ficaram no Brasil.
Saiba de todos os detalhes desta aventura pessoalmente com a equipe.
No dia 25 de setembro, integrantes da equipe ministrarão palestra na Adventure Sports Fair, que acontecerá neste ano no Anhembi. Fotos e filmes espetaculares serã exibidos. Não percam!
Mural de fotos da competição pdem ser encontradas no site www.arcostarica.com
A The North Face parabeniza a Equipe Quasar Lontra pela conquista e força durante à prova!
Como falamos no post anterior, a prova da tão esperada Costa Rica Adventure Race 2010 finalizou com muita adrenalina e os participantes com os nervos à flor da pele. Expectativas para saber quem chegaria até o final da prova e quando chegaria. E este tempo de espera valeu à pena.
Confira a lista de colocação das Equipes por categoria:
ELITE:
1. Explore Suecia #17
2. Quechua Francia #12
3. BOSI Zoom Radio Colombia-España #15
4. Real Costa Rica Coastal Challenge Costa Rica-Canada #5
5. Tierra Viva Argentina-Paraguay-Colombia #11
AVENTURA (depois de ELITE):
Wenger Francia #3
Bimbache Extrem 2011 España #14
Agricenter Caribe Costa Rica #6
Genie Costa Rica-England #8
Grupo Orosi-Costa Rica Spirit Costa Rica #7
Subaru Canada-Australia #10
Algumas equipes não puderam terminar a prova, e foram desclassificadas:
Multisport.fi Finlandia #3
Multisport Omjakon Finlandia #1
IQ Radio Costa Rica #4
Checkpoint Zero USA #13
Safety Smart Wear Colombia-Costa Rica #16
Quasar Lontra Brasil #18
Não podemos esquecer de prestar uma homenagem especial às três equipes que terminaram à prova sem todos os seus integrantes e cumpriram a meta! Estamos orgulhosos dessas equipes que competiram muito e não desistiram: Quasar Lontra Brasil, Colômbia Rádio Zoom Multisport Omjakon Costa Rica e na Finlândia.
Não podemos esquecer de prestar uma homenagem especial a três equipes ao longo da corrida, temos vindo a dizer-lhes que tinha continuado a turnê com apenas dois dos seus membros e têm vindo a META. Apesar de ter perdido a motivação clara para marcar pontos, ter competido muito: Quasar Lontra, Colômbia Rádio Zoom da Costa Rica, Multisport Omjakon da Finlândia.
Parabéns a todos, desde os organizadores, participantes, patrocinadores, voluntários, familiares, incentivando a corrida de aventura!
O Costa Rica Adventure Race 2010 acabou e a The North Face parabeniza todos os participantes e deseja muitas explorações cheias de adrenalina.
Quase um mês após a subida ao SOLO PER VECCHI GUERRIERI 8C/15m, os irmãos Pou completaram o segundo do projeto, PANORAMA 8C/500m, considerada a rota mais difícil dos Alpes. PANORAMA traz a inconfundível marca de Alex Huber: a dificuldade de uma rota difícil com pouca segurança com rochas “em decomposição” e uma aparência futurística que atravessa o topo mais alto mundo. Este é o primeiro vídeo com um resumo da conversa de Alex sobre as áreas do montanhismo de Tre Cime di Lavaredo e a rota Panaroma route em especial.
O Ultra Trail du Mont Blanc foi cancelado nas 31 milhas devido as difíceis condições climáticas. Devido a alta altitude da temperatura nas montanhas, a prova foi cancelada por motivos de segurança. Os atletas estão retornaram para Chamonix. Em breve teremos mais informações.
Por volta das 22 horas, horário de Brasília, a equipe Explore, da Suécia, garantiu a vitória da Costa Rica Adventure Race, prova que vale pontos para o Camponato Mundial de Corrida de Aventura. O time completou os cerca de 500 quilômetros de proa em 84 horas, sendo a última perna de mountain bike com 185 quilômetros.
A chegada da prova foi realizada no Hotel Villa Playa Sâmara, e em meio a tanta felicidade, os quatro atletas só tinham o desejo de comer um hambúrguer e tomar uma cerveja gelada.
A segunda colocação ficou com a Quechua. Após a chegada do vencedor, as equipes foram neutralizadas em Punta Ilista, mas os franceses, que garantiram o vice-campeonato, decidiram continuar a prova, completando o trecho entre o PC até a chegada em quatro horas. A terceira posição é da equipe Bosi Zoom Radio, da Espanha e Colômbia.
Brasil – O Brasil foi representado pela equipe Quasar Lontra, sob o comando de Rafael Campos. Mas o forte calor fez a equipe abandonar a prova no segundo dia de disputas. Além dos brasileiros, mais quatro equipes deixaram a competição, entre elas, as favoritas finlandesas Multisport.fi e Multisport Omjakon.
Fonte: www.webventure.com.br